Ensaio
Comunidade e mentoria para devs angolanos
Porque é que o problema não é falta de conteúdo
Em Angola não falta gente com vontade de programar. Falta sequência. O júnior angolano típico tem quarenta separadores abertos, três cursos começados, nenhum terminado, e ninguém que lhe diga faz isto, depois aquilo, e quando terminares mostra-me.
O conteúdo já existe e é gratuito — roadmap.sh, freeCodeCamp, Curso em Vídeo, YouTube. O que não existe é ordem, contexto local e alguém a olhar.
É por isso que estou a construir uma comunidade com três pilares: trilhas curadas em vez de cursos produzidos, rituais agendados em vez de presença permanente, e progressão por estatuto em vez de salário. A regra que ordena todas as decisões é uma só: nunca criar nada que só eu possa manter.